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A Importância do Monitoramento e Controle de Pragas no Mercado Portuário

Considerado como atividade essencial para a economia do país durante a pandemia, o mercado portuário e aquaviário não parou. Mesmo durante a crise sanitária provocada pelo novo Coronavírus (Covid-19), os portos brasileiros apresentaram crescimento na movimentação, seguindo um padrão de crescimento anual que já ocorre em alguns anos. A movimentação de cargas portuárias no país foi de 538 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2020. Atualmente são mais de 170 instalações portuárias de carga, incluindo portos e terminais marítimos, além de instalações aquaviárias que dão acesso direto para o mundo globalizado. Neste ambiente circulam mercadorias destinadas às exportações e importações de cargas de inúmeras naturezas e diversas origens que, podem gerar grande risco para entrada de pragas exóticas, oriundas de cargas importadas e com graves consequências ambientais, de sanidade vegetal e de riscos à saúde da nossa população. Nos terminais que possuem movimentação e armazenagem de grãos perecíveis, por exemplo, insetos, roedores e pombos são os mais comuns. Dos 22 portos levantados pelo programa, na ocasião, 18 movimentavam grãos e 13 tinham grande presença de pombos e moscas. Para isso a vigilância epidemiológica e agropecuária é fundamental para a identificação e a contenção destas pragas exóticas e a consequente demanda para ações de controle de pragas e vetores. Em busca da sustentabilidade ambiental nos portos. O tripé para sustentabilidade ambiental se encontra nas Boas Práticas, no Plano de Saúde e nas regras do Índice de Desempenho Ambiental (IDA) da Agencia Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq). As recomendações e sugestões de adequação contidas nos Manuais de Boas Práticas garantem condições ambientais seguras e em conformidade com a legislação e até possibilidades de geração de receita. O Programa de Boas Práticas propõe um modelo de gestão integrada dos resíduos, efluentes líquidos, medidas de manejo e controle da fauna sinantrópica nociva, das quais foram catalogadas: roedores, pombos, baratas, mosquitos, moscas e outros animais. Ganhar o IDA da Antaq com a pontuação máxima é a meta profissional que todos os gestores ambientais dos portos públicos ou terminais privativos querem alcançar. Criado em 2013 pela Gerência de Meio Ambiente da Antaq , o IDA é um sistema de monitoramento da gestão ambiental dos portos. Através do sistema, a agência passou a avaliar o cumprimento da legislação de proteção ambiental, além da adoção das boas práticas dos portos e terminais privativos. No âmbito deste trabalho, são feitas periodicamente vistorias e levantamentos de informações sobre o tratamento de conformidades ambientais nas instalações portuárias, tais como: licenciamento ambiental, gerenciamento de riscos, planos de contingência, monitoramento e controle dos diferentes tipos de poluição, entre outras. A estrutura do IDA é composto por 4 categoriais. São 14 indicadores globais e 38 indicadores específicos. No ranking dos 38 pesos dos indicadores específicos, o controle e monitoramento de animais sinantrópicos nos portos está na 12ª colocação de importância. Seguido pela avaliação da qualidade ambiental do corpo hídrico em 14ª colocação. Já o monitoramento de fauna e flora estão em 27ª posição seguido logo após pelo levantamento e monitoramento de espécies exóticas em 28ª posição. No ranking da Premiação do IDA – Antaq 2019, entre os 33 portos públicos, os cinco primeiros portos que se destacaram com alta pontuação foram: em primeiro lugar o porto de Itajaí (99,47). Em segundo, o porto de Paranaguá (98,65). Seguidos dos portos de Itaqui (97,15); Santos (94,28) e Terminal Portuário do Pecém (93,32). Já entre os Terminais de Uso Privado, os conhecidos TUP’s, os cinco primeiros colocados foram Porto Itapoá Terminais Portuários (99,26); Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (98,13); Portonave – Terminais Portuários de Navegantes (89,31); Cattalini Terminais Marítimos (87,27) e Terminal da Ilha Guaíba – TIG (82,94). Na busca constante pelo cumprimento de convenções internacionais que traçam  diretrizes sobre esses os impactos ambientes das atividades portuárias e diante da centralidade do debate ambiental na agenda contemporânea, os portos vêm aprimorando a cada ano a gestão do meio ambiente nas suas atividades. A parceria entre as empresas Astral Saúde Ambiental e Ecobio Soluções Ambientais, juntas podem melhorar o índice de desempenho ambiental dos portos e terminais  privados. Além de colaborar com a sustentabilidade do mercado portuário naquilo que lhe confere.

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